Siga o Olhar Digital no Google Discover
Vinte e quatro por cento dos usuários brasileiros do Whatsapp reconhecem que passam mais tempo do que deveriam no aplicativo e reclamam que a prática atrapalha a rotina diária. Esse foi o dado levantado por uma pesquisa promovida pelo site Mobile Time em parceria com a Opinion Box.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Apesar disso, somente 13% dos participantes pretendem reduzir o tempo gasto na plataforma, enquanto 0,3% cogitam desinstalar o app.
Em cinco anos, esta foi a primeira vez que a pesquisa pediu aos entrevistados para avaliarem seu próprio tempo expendido no uso do programa. O estudo entrevistou 1.953 usuários e os dados são referentes a janeiro de 2020. Embora a base seja diferente, o mesmo relatório revelou que o Whatsapp está instalado em 99% dos smartphones brasileiros.
Ainda segundo a pesquisa, a troca de mensagens de texto é o principal recurso utilizado na plataforma. Cerca de 90% da base total afirmou ter recorrido a este serviço, que é seguido por trocas de imagens (80%), envio de mensagens de áudio (81%), troca de vídeos (67%) e chamadas de voz (67%). O stories ocupa a lanterna do ranking, com 50%.
Outro dado interessante corresponde ao crescimento do número de usuários que se comunicam com empresas por meio do Whatsapp. Em seis meses, essa proporção passou de 69% para 76%. As principais utilidades para os consumidores são o esclarecimento de dúvidas, solicitações de suporte e o recebimento de promoções.
Vale lembrar ainda que outro levantamento, realizado pela Câmara dos Deputados junto ao Senado brasileiro, indicou o aplicativo como a principal fonte de informação dos cidadãos brasileiros.
Fonte: Mobile Time