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Xiaomi alerta sobre lojas não oficiais no Brasil e muitas saem do ar

Redação Olhar Digital 11/06/2019 18h20
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Fabricante chinesa inicia o cerco sobre vendedoras que se dizem autorizadas no país e anuncia sua própria loja virtual oficial

A página oficial da Xiaomi no Brasil divulgou nesta terça-feira (11), um comunicado aos fãs e consumidores da marca. Nele, a empresa alerta sobre lojas físicas e virtuais que procuram se passar por canais de venda oficiais da fabricante chinesa, mas comercializam seus aparelhos sem trazê-los pela distribuidora autorizada. A Xiaomi ainda deixa claro que só se responsabiliza pelos produtos importados devidamente e certificados pela Anatel.


A venda oficial no Brasil ocorre, por enquanto, apenas na loja física do Shopping Ibirapuera e nas parceiras Pernambucanas e Ricardo Eletro. Na nota, a Xiaomi Brasil lembra que começará, em breve, a operação da sua loja virtual oficial, que será alojada no próprio domínio global da empresa (mi.com/br).

Como reflexo disso, também nesta terça-feira, a página do Facebook da Mi Store Brasil – loja popular que se dizia autorizada da Xiaomi – saiu do ar. Outras duas vendedoras “oficiais” da marca, uma que atende pelo endereço xiaomibrasil.com.br e a Mi Brasil (mi.com.br) também foram retiradas da internet. Vale apontar a semelhança entre o endereço da Mi Brasil e o site oficial global da Xiaomi.

A companhia chinesa ainda sugere que os consumidores fiquem atentos quanto à “idoneidade dos canais de vendas não oficiais e a origem dos produtos por eles fornecidos”. O comunicado reforça o pedido para que os usuários chequem a existência do selo da Anatel no aparelho, para evitarem cair em fraudes. O alerta, portanto, não é simplesmente sobre compras por meio de importação, e sim para possíveis golpes aplicados contra os clientes.

De acordo com a Tudocelular, a marca "Mi Store" no Brasil vive um impasse. A Mi Store Brasil fez uma solicitação de registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), mas a própria Xiaomi abriu uma oposição ao pedido. Independente de quem terminará com a posse da marca da loja no país, fica constatado que a fabricante chinesa já atua para remover serviços de comércio paralelos no país e mostrar o que é realmente oficial para sua base de clientes.

Fonte: Facebook Xiaomi

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