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O YouTube anunciou, nesta sexta-feira (13), uma revisão na forma de determinar quais vídeos entrarão na lista dos recordes de visualizações durante as primeiras 24 horas de exibição. A partir de agora, a plataforma não irá mais computar visualizações via publicidade ou conteúdo pago. A mesma regra vale para os algoritmos das paradas musicais, que serão focados em resultados orgânicos das canções.
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Nos últimos anos, o número de visualizações nas primeiras 24 horas de exibição no YouTube tem sido usado como uma representação definitiva do impacto instantâneo de um vídeo. Com a mudança, a plataforma irá limitar este registro aos conteúdos com o maior número de views oriundos de fontes orgânicas, resultados de busca, sites externos que tenham o vídeo inserido e também recursos do YouTube, como a página principal, a seção “próximos vídeos” e os que estão “em alta”.
A publicidade ou conteúdo pago em vídeos é uma forma eficaz de atingir públicos específicos na estreia de uma música, por exemplo, mas não devem ser computadas em métodos que valorizam o impacto orgânico do conteúdo. É com essa mentalidade que o YouTube provocou mudanças semelhantes nas paradas musicais, a fim de classificar os artistas apenas com base nas visualizações orgânicas.
Com as alterações, o YouTube espera conferir mais transparência à plataforma e celebrar as conquistas de artistas e criadores de conteúdo com mais fidelidade. As paradas musicais, por exemplo, poderão medir com mais precisão as tendências locais e globais da indústria fonográfica; o mesmo vale para o impacto cultural imediato das produções recordistas. É importante lembrar, porém, que as novas regras não afetarão os atuais detentores de recordes das primeiras 24 horas.