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Um tribunal britânico decidiu nesta sexta-feira, 28, que os funcionários da Uber no país são considerados funcionários da empresa e, portanto, têm direito ao salário mínimo nacional e a férias.
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Até agora, a Uber considerou seus motoristas em todos os países como contratantes independentes, o que excluiria o vínculo empregatício e, consequentemente, o pagamento de uma série de benefícios. Críticos ao app alegam que a empresa trabalha como uma empresa de táxi comum, o que a obriga a ser responsável pelos motoristas.
O processo foi movido pelo sindicado GMB contra a Uber no nome de dois motoristas. Segundo eles, a empresa viola a legislação trabalhista do Reino Unido ao não proporcionar os benefícios. A Uber alegou que os motoristas somente utilizam sua tecnologia, não participando ativamente da empresa. O argumento, no entanto, não foi aceito.
Em comunicado, a Uber afirmou que vai recorrer da decisão, que deve afetar por volta de 40 mil profissionais.