Netflix dificulta que usuários burlem restrições territoriais

O Netflix anunciou hoje que aumentará seus esforços para impedir que usuários utilizem redes virtuais privadas (VPNs) para acessar os catálogos de outros países. Segundo o serviço, a partir de hoje, usuários de tais serviços só poderão acessar o Netflix a partir de seus países de origem.

No anúncio, David Fullagar, vice presidente da arquitetura de entrega de conteúdo da empresa, afirma estar "confiante de que essa mudança não afetará assinantes que não estiverem usando proxies [serviços desse tipo]".

Os filmes e séries disponíveis no Netflix variam entre países por conta dos acordos de licenciamento da empresa com as detentoras dos direitos autorais sobre as produções. A medida do Netflix provavelmente está relacionada à recente expansão do serviço: durante a CES 2016, o CEO da empresa, Reed Hastings, anunciou a chegada do Netflix a 130 países, totalizando 190 países com o serviço. 

VPNs

As VPNs (virtual private networks, na sigla em inglês) são redes privadas criptografadas. Muitos usuários utilizam tais redes para conseguir acessar o Netflix como se estivessem em outros países. Com isso, conseguiam assistir a filmes e séies que não estão disponíveis em seu país.

A empresa não esclareceu, porém, que métodos utiliza para detectar que seus usuários estão tentando acessá-las por meio de VPNs. Uma das maneiras possíveis é bloquear os endereços de IP comumente associados às VPNs mais populares. Esse método, porém, pode acabar bloqueando conexões tradicionais também. 

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