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Streaming ajuda indústria fonográfica a 'respirar' depois de anos em queda

Caroline Rocha, editado por Leonardo Pereira 25/04/2017 17h04
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Dados divulgados nesta terça-feira, 25, mostram que os serviços de streaming não estão matando a indústria da música, como muitas empresas do setor afirmam, mas sim ajudando-a a se recuperar. De acordo com a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), a receita gerada pelo setor em 2016 foi a mais alta nos últimos 20 anos.

No ano passado, o mercado cresceu 5,9% globalmente. A elevação, pelo segundo ano consecutivo, ajuda o segmento, que perdeu 40% de sua receita nos últimos 15 anos, a se recuperar.

Foram US$ 15,7 bilhões faturados, sendo que metade desse valor veio de meios digitais, incluindo serviços como Spotify, Deezer e Apple Music.

"Como indústria, tivemos anos de investimento em inovação para fazer o (crescimento) acontecer, e começamos a enxergar a mudança... para a adaptação à era digital, para conduzirmos à era digital", afirmou Frances Moore, presidente-executivo da IFPI.

Apesar dos bons resultados, houve queda de 20,5% no número de downloads e de 7,6% nas receitas com a venda de músicas no formato físico.

[Reuters]

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