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Lançado em janeiro para smartphones Android, o WhatsApp Business já é adotado por 3 milhões de pequenas e médias empresas ao redor do mundo – mas ainda não dá dinheiro. Isso, porém, deve mudar no futuro, como garantiu Maz Sharafi, diretor de marketing da marca. “Nosso plano é monetizá-lo”, garantiu o executivo em mesa redonda com jornalistas realizada nesta quarta-feira, em São Paulo, para falar do app. “Mas queremos fazer isso sem apressar as coisas.”
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O assunto foi o mais discutido durante o encontro. Sharafi bateu diversas vezes na tecla de que a ideia da empresa é, sim, construir um negócio, mas sem deixar de lado “os princípios em que a marca é baseada” – simplicidade, confiabilidade e segurança, segundo ele. O executivo, porém, não entrou em detalhes para explicar o “como” da questão, citando apenas a versão Enterprise anunciada junto com o WhatsApp Business. “Ainda é muito cedo para falar sobre ganhar dinheiro com a solução”, explicou.
O WhatsApp Enterprise foi mencionado ainda durante o lançamento da versão para empresas do aplicativo. Trata-se de uma edição com recursos a mais, focada em grandes companhias, e não apenas nos pequenos e médios negócios. Enquanto o Business tem como grandes diferenciais o perfil para as marcas, as mensagens automáticas e as etiquetas (as labels), o Enterprise deve oferecer todo um conjunto de APIs, entre outras funcionalidades, para melhor integrar as marcas à plataforma. Tudo pago, ao menos futuramente.
A situação hoje
Sharafi, que está no Brasil para conversar com donos de pequenas e médias empresas e colher feedbacks sobre o produto, também falou um pouco sobre a situação do WhatsApp Business no país. Embora não tenha dado números exatos sobre a região, o executivo comentou que, entre os 3 milhões de negócios que usam a plataforma globalmente, os brasileiros formam “um dos principais mercados para a companhia”.
Pelo que pôde ouvir dos pequenos e médios empresários, o porta-voz também contou que o perfil de empresas é o recurso mais utilizado e aproveitado pelos negócios. As mensagens automáticas vêm logo em seguida – “porque as pessoas gostam de ser respondidas quando entram em contato” –, com as etiquetas, usadas para organizar o fluxo, vindo em terceiro lugar.