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5G marcou presença no GP Brasil de Fórmula 1

Fabrício Filho, editado por Roseli Andrion 18/11/2019 21h15

Durante o GP Brasil de Fórmula 1, os visitantes que estavam na arquibancada T puderam experimentar a sensação de ser um piloto de corrida. Em uma réplica de carro de Fórmula 1, foi montado um simulador para que os interessados pudessem se divertir. O grande diferencial foi o uso da conexão 5G, instalada no local pela Ericsson em parceria com a Claro.

A rede 5G era composta pela solução AIR 6488 (que agrega rádio e antena em um produto só), que permite múltiplas conexões simultâneas em um mesmo dispositivo graças ao Massive MIMO. A rede foi operada na frequência 3,5Ghz com largura de banda de 50MHz. Segundo a Ericsson, ela é pela Anatel e atinge taxas acima de 700Mbps.

Um dos que se arriscaram foi Pietro Fittipaldi, neto do lendário Emerson Fittipaldi. O jovem é piloto de testes da equipe Haas nos EUA e aproveitou para praticar suas habilidades de gamer. Ao lado dele, outro jogador competia usando a mesma rede 5G, mas pelo celular. Isso só é possível graças à baixa latência da conexão 5G – que garante rapidez em diferentes dispositivos.

Para permitir a experiência, a operadora instalou uma antena 5G no local. O equipamento operou em conjunto com a antena 4G comum. Depois de se sentirem como profissionais radicais do volante, os espectadores acompanharam a vitória de Max Verstappen, da Red Bull, seguido por Pierre Gasly, da STR, e por Lewis Hamilton, da Mercedes.

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