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Cada vez mais caros e inacessíveis. Alguns modelos mais premium de smartphones podem chegar a valer 10 salários mínimos. Em um país em que o desemprego assombra mais de 13 milhões de pessoas, é quase utopia gastar tanto em um celular. De qualquer jeito, sem smartphone ninguém fica. A opção então é comprar um novo um pouco mais barato ou dar chance a uma categoria bastante tímida, mas que vem ganhando espaço no mercado nacional: os celulares refabricados.
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O conceito ainda é novo no Brasil. Em outros países, como os EUA, por exemplo, é bastante comum a comercialização dos “refurbished” – refabricados ou reformados, como você preferir. Por aqui, o impacto da categoria ainda é muito pequeno: fica abaixo dos 4% do mercado nacional de smartphones. E isso pode ser um reflexo cultural, afinal o brasileiro é um consumidor um tanto peculiar…
Em compensação, às vezes com um risquinho ou sem qualquer marca de uso, o aparelho refabricado tem um valor bem mais baixo do que um smartphone igual novo.
E, mais do que isso, todo smarphone reformado passa por um processo minucioso de recuperação. É uma verdadeira refabricação mesmo. Independentemente de como eles chegam aqui, todos saem funcionando perfeitamente bem como se estivessem novos e com seis meses de garantia.
Mas justo quando o mercado de refabricados começa a ganhar espaço no país, as fabricantes – especialmente neste ano – estão cada vez mais investindo em dispositivos em uma faixa de preço mais acessível e, ao mesmo tempo, com especificações mais robustas e tecnologias mais modernas. Esta é uma tendência forte para 2019.
Com mais de 154 milhões de smartphones em operação no país, o mercado brasileiro já atingiu certo nível de maturidade. A maioria dos consumidores já está no seu segundo ou até terceiro aparelho e sabe melhor o que deseja. A sugestão é que você, consumidor, pesquise bem antes de decidir. Até que ponto vale a pena comprar um seminovo premium ou optar por um smartphone mais moderno com uma especificação que vai atender à sua necessidade?!