De cultura a segurança, saiba como mapas colaborativos ajudam no dia-a-dia

Aplicativos de mapas como o Google Maps podem ser bem úteis se você estiver procurando um restaurante, por exemplo. Mas e se você quiser saber se as ruas perto daquele restaurante são seguras? O Maps pode não te dizer isso, mas há outros aplicativos de mapas voltados só para isso. E assim como o mapa do Google, eles são construídos de maneira colaborativa pelos usuários.

Em termos de segurança, há aplicativos como o Onde Fui Roubado. O app permite que os usuários indiquem, nos mapas, os locais em que sofreram furtos ou roubos. Assim, outras pessoas conseguem ver quais são as áreas mais perigosas da região. Também é possível configurar o aplicativo para emitir notificações caso algum crime ocorra perto de sua região. E as autoridades também podem consultar esses dados para direcionar seu policiamento.

Outra solução interessante nesse sentido é o Auto Alerta, voltado especificamente para furtos e roubos de veículos. O aplicativo permite que você cadastre seu carro ou moto em sua base de dados, incluindo até mesmo fotos. Caso alguém que usa o aplicativo tenha o veículo roubado, todos os outros usuários são alertados. Assim, se alguém vir o carro ou moto transitando pela cidade, pode marcar o local onde o viu. Isso auxilia na localização de carros roubados, e também pode ajudar a identificar os responsáveis.

Em alguns casos, o mais importante é a preservação da própria vida. E felizmente, para quem mora em áreas muito violentas, há aplicativos voltados para isso também. É o caso dos apps “Fogo Cruzado” e “Onde Tem Tiroteio”. Como o nome indica, eles são mapas colaborativos que mostram eventuais trocas de tiro que aconteçam na cidade. Com a ajuda dos usuários, eles conseguem informar se a região já foi pacificada e se houve vítimas. É triste que recursos como esses ainda sejam necessários, mas pelo menos é bom que eles existam.

Mas também há aplicações mais positivas para esse tipo de solução. O site Pegada Cultural, por exemplo, conta com contribuições dos seus usuários para mapear shows, exposições e outras atrações artísticas. É possível usar o mapa para realizar buscas por região e até mesmo por preço, caso você esteja em busca de algo para fazer numa tarde sem gastar muito.

Tem até um mapa colaborativo para quem gosta de andar de skate. É um aplicativo chamado “SkateSquare”, que permite que os skatistas marquem no mapa os locais mais adequados para a prática do esporte. Não são só os parques de skate oficiais que entram no mapa: escadarias, rampas, piscinas vazias e outros locais que podem ser de interesse de quem anda de skate também aparecem - contanto que não causem problemas para ninguém.

O próprio Google Maps já vem incorporando alguns desses recursos em seu próprio aplicativo. Seus usuários podem cadastrar nele todo tipo de local, desde restaurantes e lojas até parques, museus e praças. A tendência é que ele se torne o mapa central para todos os locais. Mas para acontecimentos como crimes e tiroteios, outros aplicativos específicos devem continuar sendo importantes - ao menos até o dia em que eles deixem de acontecer com frequência.

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