Mitos e verdades sobre levar o celular encostado ao corpo; será que faz mal?

Inseparáveis! A gente acorda com ele e passa o dia cada vez mais grudados; nossa relação com o celular se tornou mais do que um caso de amor. Para alguns, dependência. Mas sem chegar a extremos, o fato é que muita gente tem escolhido lugares não muito apropriados para carregar o aparelho em algumas ocasiões – seja entre os seios, embaixo da blusa, na cintura... de alguma forma, em contato direto com o corpo. A prática pode parecer inofensiva, mas – acredite – pode ser danosa; principalmente para o aparelho.

Algumas pessoas já relataram ter sofrido queimaduras leves ao deixar o aparelho por muito tempo junto ao corpo. É verdade, as altas temperaturas atingidas pelo smartphone podem, sim, chegar a níveis extremos e até queimar. Mas o risco é pequeno – mesmo porque qualquer um em sã consciência vai tirar o telefone de lá se ele começar a ficar quente demais...

Já para o celular, sim, o risco existe. Encostado no corpo durante a prática de atividades físicas, por exemplo, o suor pode penetrar no aparelho e causar danos. Como a maioria de nós, o Bruno nunca imaginou que isso pudesse acontecer. Ele descobriu da pior forma: perdeu dois celulares correndo com o smartphone junto ao corpo. Mais de mil reais de prejuízo.

A causa das panes só foram descobertas na assistência técnica. O primeiro telefone teve a tela queimada – possivelmente pela temperatura elevada durante muito tempo; no segundo, a placa mãe oxidou por causa do suor.

Muitos smartphones, principalmente os mais novos, já oferecem resistência à água. Claro, não são todos. E mesmo assim, na nossa opinião, talvez não seja uma boa ideia arriscar. Por mais vedado que seja o aparelho, o vapor ainda é um risco. Já por fora, a chance de o suor estragar o aparelho é mínima.

É melhor evitar. Existem outras formas de proteger o smartphone. Cases fechados podem ajudar, mas agora com o terceiro smartphone, o Bruno tem uma dica interessante...

 



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