Steve Jobs: um mergulho na vida do gênio da computação do século XX

Ele foi um verdadeiro ícone do século 20 no mundo da tecnologia. Nascido em 1955, na Califórnia, Steve Jobs fundou a Apple aos 21 anos de idade. Em 2011, vítima de um câncer, morreu aos 56 anos. Durante toda sua vida, entre inovações, visões e polêmicas, Jobs fez história; muita história!

A cidade de São Paulo ganhou uma exposição bem interessante e completa sobre a vida de Steve Jobs que ficará em cartaz até o dia 20 de agosto no MIS, o Museu da Imagem e do Som. A mostra “Steve Jobs, um visionário”, é um mergulho no universo paralelo desse gênio da computação. Sua personalidade forte está por todos os lados;  desde sua capacidade de inovação, sua determinação e, principalmente, em suas criações. São fotos, entrevistas, reportagens e produtos históricos que mudaram a vida de muita gente.

Ícones como o Apple 2, o primeiro Macintosh, o iMac e as primeiras gerações de iPod, iPhone e iPad estão todos lá. A espiritualidade, a vida pessoal, os gostos e até o lado “zen” de Jobs, também. No passeio, o visitante consegue ter uma boa noção de como a Apple, que valia pouco mais de cinco mil dólares em 1977 – um ano depois da sua criação – chegou a ser avaliada em 1 bilhão e 800 milhões de dólares apenas três anos depois.

Nem tudo que Steve Jobs colocou as mãos virou ouro. Mas ele nunca se rendeu ao fracasso. Seu primeiro grande erro foi o Apple 1, uma máquina bastante amadora com apenas 8 bytes de memória, lançada em 1976. Foi o primeiro computador projetado pela Apple. Na época, custava 666 dólares. Foram produzidas apenas 200 unidades do Apple 1, mas nem 50 foram vendidas. Assim que Jobs reconheceu o erro, mandou retirar todas do mercado. Hoje, a relíquia é avaliada em quase um milhão de dólares.

Em compensação, no segundo ano de empresa, o Apple 2 foi a primeira grande inovação de Steve Jobs. Foram vendidas 6 milhões de unidades. Com esta máquina, ele conseguiu popularizar o acesso à tecnologia pela primeira vez, graças a um computador fácil de usar e com o primeiro sistema operacional projetado para o trabalho, jogos e entretenimento.

E se, como Jobs defendia, pequenos gestos mudam o mundo, a exposição sobre esse verdadeiro gênio da computação promete inspirar as mentes mais abertas e inquietas. E para quem quiser reviver alguns minutos na pele de Steve Jobs, uma experiência de realidade virtual leva o visitante de volta ao final dos anos 70 na fatídica garagem onde tudo começou. Vale a viagem, o passeio e a inspiração. Ah, e os ingressos custam só 10 reais.



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