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A Uber realizou uma coletiva de imprensa nesta terça-feira para tratar de diversos assuntos relacionados com a companhia. Um deles em especial ditou o tom da conversa: as acusações de que a empresa teria uma cultura sexista.
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Membro do conselho administrativo da companhia, Arianna Huffington iniciou as conversas. A executiva afirmou que ambos têm responsabilidade pelo estado atual, mas que também são responsáveis pela transformação que a Uber está passando para se livrar dessas críticas.
Ela ainda aproveitou o encontro para dizer que toda a empresa, incluindo o CEO em investigação Travis Kalanick – que foi alvo de uma sequência de polêmicas relacionadas ao assunto o levou a pedir demissão -, está empenhada em aceitar as descobertas e os resultados das investigações de assédio na empresa.
Em nota no site da Uber, ela diz que “a mudança normalmente não acontece sem um catalisador”. Assim, ela explica que a empresa está atenta às denúncias e está procurando as melhores maneiras para garantir a melhoria das condições de trabalho para as mulheres de toda a indústria.
Conforme explica Huffington, a Uber está realizando diversos processos internos para mudar a cultura da empresa para melhorar pontos como diversidade e inclusão social. O foco da empresa será criar um projeto organizacional. Nesse trabalho, a Uber já participou de mais de 100 sessões de audições sobre os problemas da companhia e estabeleceu nove áreas para trabalhar neles.
Ao final, um relatório será produzido com os resultados do trabalho. A previsão é de que o documento fique pronto até o final deste mês.
Entenda o caso
A Uber está sendo alvo de uma investigação nos Estados Unidos envolvendo assédio moral e sexual dos funcionários da empresa. Tudo começou no início de fevereiro, quando uma ex-engenheira da companhia publicou um texto contando por que decidiu deixar seu posto, e os motivos envolvem assédio sexual e uma escala hierárquica que protege os predadores de acordo com suas performances.
De lá pra cá, as denúncias relacionadas com o tema foram aumentando e a empresa ficou caracterizada por possuir uma cultura sexista e degradante. Essas polêmicas levaram até mesmo à demissão do CEO Travis Kalanick. Um dos diretores de engenharia do Uber também foi dispensado após a investigação concluir que seu nome estava relacionado com denúncias de assédio em seu antigo emprego.
Via TechCrunch