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Você pode até não se preocupar com isso, mas o que acontece nos laboratórios do Google pode, de certa forma, influenciar na sua vida. Os novos rumores sobre o Pixel 4, o próximo smartphone assinado pela gigante das buscas, mostram quem que o futuro da tecnologia está nos sensores de movimento.
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Há três anos, no mês de outubro, os executivos do Google anunciam um novo smartphone da linha Pixel. Estes aparelhos, além de servirem para mostrar o que existe de novo no sistema operacional mais usado do mundo, o Android, também identificam quais são as tecnologias que a indústria está ou deverá focar nos próximos anos. Isso aconteceu com com o assistente de voz da empresa, a Inteligência Artificial (AI) no processamento de imagens e passará agora ao uso de sensores de movimento.
Mas como sabemos disso? O canal Unbox Therapy recebeu uma espécie de protótipo dos próximos Pixel 4 e Pixel 4 XL, formas usadas pela indústria de acessórios, especialmente, empresas que fabricam capas para celulares, e que recebem informações privilegiadas sobre o design dos dispositivos para desenvolver com antecedência tais acessórios. Usando essas formas metálicas e algumas dicas da indústria, claro, o apresentador do canal, Lewis Hilsenteger, ofereceu uma série de sugestões sobre o que veremos nos novos Pixel.
De acordo com Hilsenteger, o Google trabalha com a mesma linha de design que a Apple parece também usar, qual seja, um módulo de câmera traseira quadrado. Essa, no entanto, não é uma ideia original da gigante de Cupertino, visto que a Huawei já estreou esse desenho no Mate 20. A ideia seria colocar neste espaço duas lentes em combinação com o já utilizado sensor de espectro da série Pixel, que otimiza o uso da câmera em ambientes com mudança de iluminação. Como bem definido no vídeo: “teremos um monte de tecnologias de câmera” neste módulo.
Além disso, o apresentador chama a atenção para a renúncia completa do entalhe na tela, como tínhamos no Pixel 3 XL. Isso porque a gigante das buscas percebeu que o uso de “unidades de imagem” (reconhecimento facial) é mais importante do que entregar uma experiência de tela cheia. São esperadas cinco unidades de imagem na parte frontal dos novos Pixel. E o Google não é exceção aqui, a Apple já vem fazendo isso há algum tempo, bem como a Samsung.
Aliás, ambos os novos smartphones podem não vir com sensor de impressão digital, o que fortalece ainda mais o uso da parte superior frontal da tela para a localização de sensores de imagens e afins.
Apesar de não vermos no vídeo nenhuma referência à mais recente tecnologia do Google que usa espectro de frequência de rádio (radares) para reconhecimento de movimento, denominada Project Soli, a mídia internacional vem apostando que, finalmente, veremos essa iniciativa da gigante das buscas chegando aos seus smartphones. Mas o que é o Project Soli?
Este projeto consiste no uso de radares capazes de reconhecer a aproximação dos dedos e os movimentos das mãos em relação a um objeto e, em seguida, interpretá-los de forma a criar comandos sem tocar fisicamente a tela ou qualquer outra superfície deste objeto. Essa é uma tecnologia muito precisa e poderia abrir portas para uma série de interações com smartphones e mesmo outros produtos inteligentes, otimizando o que conhecemos como Internet das Coisas (IoT). Logo, estamos falando do futuro aqui.
Se os novos Pixel irão integrar tais tecnologias, ainda é difícil ter certeza, mas com as informações que chegam da indústria e da decodificação da nova versão do Android por sites como o XDA Developers e 9to5Google, as chances de vermos tudo isso que relatamos aqui neste artigo são grandes. De acordo com a recente análise do código do Android Q, os indícios de que o Project Soli chegará aos smartphones são sólidos (perdoem o trocadilho).
Os celulares acabam servindo como porta de entrada para tecnologias futuras, afinal de contas, o Android chegou primeiro para smartphones e hoje já está em televisores e automóveis, por exemplo. O Assistente de Voz do Google ganhou corpo nos celulares até ser incorporado a alto-falantes Bluetooth. Assim, sem dúvidas, o que chegar à linha Pixel em 2019 poderá e será usado em produtos que interagimos no nosso cotidiano. Por isso, é importante ficarmos ligados nos próximos rumores sobre o que veremos em outubro.
E se você acha tudo isso um pouco esdrúxulo, que tal a cena de controle de interface do filme Minority Report? Agora imagine poder fazer com as mãos nuas, o que o Tom Cruise fez na ficção com luvas: Project Soli. Confira:
Via: The Verge