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A Nasa capturou um fenômeno no Espaço que vinha caçando há séculos: um “choque interplanetário”. Através de quatro espaçonaves da agência espacial, que fazem parte da missão Magnetospheric Multiscale (MMS), lançada em 2015, foi possível capturar o choque entre os planetas em janeiro de 2018.
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Um choque interplanetário não é necessariamente a colisão entre dois planetas, mas uma interação entre duas manchas diferentes do fluxo de partículas carregadas, também conhecidas como vento do solar. Nesse caso, por ter sido gerado a partir do Sol, é um tipo de “choque sem colisão”, em que as partículas transferem energia através de campos eletromagnéticos, em vez de saltarem entre os planetas envolvidos.
Segundo o site Fayer Wayer, esses tipos de eventos podem ser encontrados regularmente em todo o Universo. Mas eles nunca haviam sido medidos com precisão. De fato, esses choques interplanetários são encontrados em fenômenos espaciais como supernovas, buracos negros e em algumas estrelas, mas precisam da tecnologia específica para serem calculados e vistos.
“O MMS foi capaz de medir o choque graças aos seus instrumentos exclusivos rápidos e de alta resolução. Um dos instrumentos a bordo do MMS é o Fast Plasma Investigation”, explicou a Nasa em um comunicado em seu site. “Este conjunto de instrumentos pode medir íons e elétrons ao redor da espaçonave em até seis vezes por segundo. Como as ondas de choque podem passar a espaçonave em apenas meio segundo, essa amostragem de alta velocidade é essencial para capturar o choque”.
Confira o vídeo explicativo da Nasa sobre as partículas carregadas, ou vento solar: