Siga o Olhar Digital no Google Discover
Usando dados coletados pela missão Cluster, da Agência Espacial Europeia (ESA), uma equipe de centistas da Universidade de Helsinque mapeou a “canção” gerada pelo campo magnético terrestre quando bombardeado eletricamente por partículas carregadas do Sol. Em conjunto, o teste também revelou o que acontece quando uma tempestade solar atinge a Terra.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Ao todo, foram analisadas mais de duas décadas da missão Cluster. Que por sua vez, consiste em uma investigação do campo magnético terrestre e sua interação com o vento solar, captado por quatro satélites que orbitam nosso planeta.
No caso, os ventos solares ocorrem quando as partículas são liberadas pelo Sol e fluem para outras partes do Sistema Solar. Uma tempestade deste material, ou ejeção de massa coronal, ocorre quando o Sol dispara uma explosão de plasma, causada pela liberação de energia magnética. Esse acontecimento é tão poderoso que pode mudar temporariamente a forma do campo magnético da Terra.
A equipe estudou os foreshocks, regiões onde partículas da tempestade solar atingiram primeiro ao se aproximar da Terra, e descobriu que as ondas magnéticas liberadas eram muito mais complexas do que se esperava inicialmente.
“Sempre esperamos uma mudança na frequência, mas não no nível de complexibilidade da onda”, afirmou o líder da equipe Lucille Turc, da Universidade de Helsinque.
A pesquisa também ajuda a entender sobre distúrbios no clima estelar e como eles afetam a tecnologia no solo terrestre e espacial. Além disso, pode ensinar sobre os campos magnéticos dos exoplanetas distantes e como eles são afetados pela sua estrela mãe.
Via: Futurism