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Analisando amostras de depósitos minerais coletados pelo rover Curiosity na cratera Gale, em Marte, cientistas da Universidade de Tóquio conseguiram determinar a composição da água de um antigo lago no local.

O que os pesquisadores descobriram foi que a composição da água, considerando a salinidade, Ph e níveis de oxigênio, era similar à dos antigos oceanos da Terra. Ou seja, capaz de abrigar vida. Os resultados da pesquisa foram publicados em um artigo na revista Nature.

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Marte já foi muito mais similar à Terra, com oceanos e rios em sua superfície e uma atmosfera mais densa. Isso torna o planeta vermelho um dos principais candidatos a abrigar evidências de antigas formas de vida, embora, até o momento, nenhuma evidência conclusiva tenha sido encontrada.

Em meados deste ano a Nasa lançará mais um rover, por enquanto chamado Mars 2020, que deverá pousar no planeta vermelho em fevereiro de 2021. Entre suas missões está a avaliação da habitabilidade do planeta no passado, a possibilidade de vida passada em Marte e o potencial de preservação de bioassinaturas em materiais geológicos acessíveis. Amostras coletadas pelo rover serão armazenadas para transporte de volta à Terra em uma missão futura.

Fonte: The Next Web 

 

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