Siga o Olhar Digital no Google Discover
Uma cápsula espacial chinesa, lançada a bordo de um foguete Longa Marcha 5B nesta terça-feira (05), sofreu uma “anomalia” ao retornar à atmosfera, segundo a CNSA, a agência espacial chinesa.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Projetada para o transporte de carga, a cápsula testava um novo tipo de escudo térmico, componente que impede que ela “queime” ao reentrar na atmosfera. Inflável, o novo escudo é mais leve que os escudos tradicionais feitos com metais, cerâmica ou materiais compostos, o que reduz o peso geral da cápsula e permite aumentar sua capacidade de carga.
O lançamento desta terça-feira também foi o primeiro do foguete Longa Marcha 5B, o mais poderoso já produzido pela China, que será usado para enviar aos espaço os componentes da estação espacial Tiangong, que deve começar a ser construída ainda neste ano e estar pronta em 2022.
O foguete também transportou um protótipo não-tripulado da “Espaçonave Tripulada de Próxima Geração”, capaz de levar até seis astronautas e projetada para substituir a cápsula Shenzou (baseada no design das cápsulas russas Soyuz) em missões de longa distância, incluindo viagens à Lua.
Neste vôo a CNSA quer testar o desempenho da espaçonave em órbita, o comportamento de seu escudo térmico na reentrada, abertura de paraquedas e o pouso usando um sistema de airbags para amortecer o impacto. O retorno está programado para esta sexta-feira.
Fonte: AFP