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Uma equipe de astrônomos liderada por Mathilde Espinasse, da Universidade de Paris, conseguiu usar o Chandra X-Ray Observatory, em órbita da Terra, para filmar um buraco negro expelindo jatos de plasma próximos à velocidade da luz.
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O buraco negro em questão se chama MAXI J1820+070 e fica a 10 mil anos-luz de nós. Com oito vezes a massa de nosso Sol, ele forma um sistema binário com uma estrela com metade da massa de nosso Sol. A força gravitacional exercida pelo buraco negro arranca material da superfície da estrela. Este material se acumula em um disco de gás ao redor do buraco negro, e parte dele é acelerado e expelido na forma de jatos de plasma que são alinhados com os polos magnéticos (norte e sul) do buraco negro.

É o que pode ser visto na imagem acima, feita com base em quatro observações do Chandra, feitas em novembro de 2018 e fevereiro, maio e junho de 2019. Os jatos são compostos tanto por material quanto por energia, que é liberada quando partículas interagem com o material ao redor do buraco negro.
Devido a um fenômeno conhecido como “movimento superluminal”, eles parecem estar se movendo a velocidades diferentes. O jato que se afasta de nós parece estar a 60% da velocidade da luz, e o que se aproxima de nós parece violar leis da física e estar se movendo a 160% da velocidade da luz. Na verdade, é uma ilusão: o material dos jatos está se movendo a 80% da velocidade da luz, enquanto a luz propriamente dita se move em sua velocidade usual (300 mil km/s).
Fonte: Space.com