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Em 2006, Michael Meyer se juntou aos alguns amigos da faculdade à procura de fósseis no sul da Flórida, na região conhecida como Pinecrest. Porém, o agora professor na Universidade de Ciência e Tecnologia de Harrisburg, na Pensilvânia, acabou encontrando pequenas esferas de vidro. Após 14 anos, finalmente Meyer descobriu do que se trata.
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“Eu coletei todas os 84 delas e voltei ao laboratório para processá-las”, lembra. Ao consultar alguns conhecidos, ouviu que não se tratava de nada interessante ou que deveria usar equipamentos que não tinha acesso. Duas semanas após a descoberta, uma espectroscopia de raios X mostrou que as esferas eram “ricas em sílica“, mas nada mais era descoberto.
Entretanto, após uma análise espectroscópica de raios X mais sensível, Meyer descobriu que se tratava de micro tectitos: pequenos pedaços de vidros que se formam quando um meteorito atinge a Terra e despeja material fundido em uma névoa fina. Isso, porém, não acabou com os mistérios. Os objetos encontrados são ricos em sódio, o que é incomum para tectitos.
Além disso, o pesquisador não consegue dizer quando eles se formaram. A região onde foram encontrados se tornou um empreendimento imobiliário, então não é possível fazer novas escavações. Portanto, dificilmente essas respostas vão ser descobertas, a menos que tectitos semelhantes sejam encontrados em outras pedreiras.
Via: Discovery