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A Amazon quer transformar lojas de departamentos fechadas como J.C. Penney e Sears em centros de distribuição nos EUA. Para tal, a varejista estaria em negociações com a Simon Property Group, maior operadora de shopping centers daquele país, segundo o Wall Street Journal.

Normalmente a Amazon usa esses depósitos para armazenar de tudo, desde livros e roupas a utensílios de cozinha e eletrônicos, até a entrega aos clientes locais.

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No entanto, ainda não está claro quantos locais estão sendo considerados ou se o negócio será de fato concretizado. De acordo com um relatório de maio do Simon Property, o grupo atualmente possui 63 lojas JCP e 11 Sears.

Reprodução

Centro de distribuição da Amazon em Nova York. Foto: Reprodução

As negociações refletem a convergência de duas tendências anteriores à pandemia do novo coronavírus, mas que foram impulsionadas por ela: o declínio dos shoppings e o boom do comércio eletrônico.

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Desafios durante a pandemia

Em março, com o estopim da pandemia, a Amazon passou por alguns contratempos em seus centros de distribuição. Após a companhia conviver com a escassez de produtos e entregas mais demoradas, teve de fechar temporariamente um pequeno centro no Queens, Nova York, pois um funcionário testou positivo para a Covid-19.

Depois de meses sendo alvo de críticas pela falta de cuidados com a segurança dos funcionários em seus depósitos, a varejista anunciou no fim de junho o pagamento de um bônus de US$ 500 milhões distribuídos aos trabalhadores nos EUA que estivessem mais expostos ao vírus durante aquele mês.

A medida veio como forma de compensar uma decisão de cortar um adicional que foi pago nos primeiros meses da doença.

Via: WSJ