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A General Motors anunciou nesta terça-feira (8), um investimento de US$ 2 bilhões em ações da startup de carros elétricos Nikola. O negócio torna a GM dona de 11% da empresa e responsável pela fabricação de seus veículos.
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Com o investimento, a GM ficará responsável pela produção das picapes elétricas da Nikola até o fim de 2022. A parceria também garante exclusividade no fornecimento de células de combustível.
A montadora já comunicou que pretende lançar 12 carros elétricos até 2023, em um investimento de mais de R$ 106 bilhões.
“A Nikola imediatamente ganha décadas de conhecimento em fornecimento e fabricação automobilística, produções validadas e testadas de propulsão elétrica, engenharia de nível mundial e confiança do investidor. Mais importante, a General Motors documentou seu interesse no sucesso da Nikola”, afirmou Trevor Milton, fundador e diretor-executivo da startup.
Como esperado, o anúncio do investimento movimentou a compra de ações das duas empresas: as ações da General Motors subiram em 11% e as da Nikola, em 45%.
De olho na Tesla
As atividades da GM no segmento de veículos elétricos são consideradas cruciais para o futuro da marca, principalmente em concorrência com a Tesla. A empresa de Elon Musk reportou no início do ano um valor de mercado de US$ 96,96 bilhões, cifra maior que os valores de General Motors e Ford somados.
O principal trunfo da marca para concorrer neste mercado é a bateria Ultium. Diferentemente de outras baterias, as células da Ultium não são cilíndricas e possuem um formato “tipo bolsa” que se adapta a uma gama maior de veículos.
Bateria Ultium promete reduzir os custos para U$ 100/KwH. Créditos: Steve Fetch/General Motors
Além disso, a composição química das baterias Ultium adiciona aluminío e reduz o cobalto em 70%, o que diminui seus custos e aumenta sua capacidade.
A montadora já anunciou que quatro de suas marcas (Cadillac, Chevrolet, GMC e Buick), vão ter veículos elétricos no mercado até 2023.
Agora com a aquisição das ações da Nikola, a GM deixa claro aos seus acionistas que possui armas suficientes para concorrer com a Tesla no futuro.
Fonte: TechCrunch