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A Toyota revelou, nesta terça-feira (6), uma parceria com a subsidiária Hino Motors para desenvolver um caminhão elétrico com célula de combustível de hidrogênio. A companhia afirmou que pretende aplicar a estrutura do modelo Hino XL Series para desenvolver o veículo e que um protótipo deve ser apresentado no Japão no primeiro semestre de 2021.
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“[O veículo] Será silencioso, agradável e poderoso e não emitirá nada além de água”, afirmou Tak Yokoo, engenheiro executivo sênior do setor de Pesquisa e Desenvolvimento da Toyota, em comunicado. “Os mais de vinte anos de tecnologia de célula de combustível da Toyota, combinados com a experiência da Hino em caminhões pesados, resultarão em um produto inovador”.
A montadora não forneceu detalhes sobre as especificações de performance ou alcance do caminhão. A iniciativa, no entanto, não configura o primeiro projeto de veículos pesados movido a hidrogênio da empresa.
Como lembra a revista Forbes, no ano passado, a companhia se juntou a fabricante norte-americana Kenworth para produzir uma linha de caminhões de células de combustível, com autonomia de até 321 quilômetros por abastecimento.

Caminhão elétrico T680, produzido pela Kenworth em parceria com a Toyota. Imagem: Divulgação/Kenworth
A aposta em sistemas de hidrogênio para veículos pesados, no entanto, parece uma tendência da Toyota em meio a esforços para produzir modelos livres de emissões de gases poluentes. A tecnologia apresenta algumas vantagens para caminhões de transporte, em comparação com os sistemas de baterias elétricas.
Isso porque o motor a hidrogênio acrescenta muito menos peso a estrutura dos veículos. Além disso, pode ser reabastecido mais rapidamente do que o tempo de recarga das baterias de íon-lítio de caminhões puramente elétricos.
Com a iniciativa, a Toyota tenta se posicionar como líder do mercado nascente de caminhões a célula de combustível de hidrogênio. Vale lembrar, que a companhia já comercializa modelos de carros com essa tecnologia, como o Toyota Mirai.

Toyota pretende ampliar em 10 vezes a produção de carros movidos a hidrogênio até 2021. Na foto, o modelo Toyota Mirai. Imagem: Divulgação
Uma das principais concorrentes da fabricante japonesa, aponta a Forbes, deve ser a companhia norte-americana Nikola. A startup, no entanto, vive um momento delicado, em que tenta convencer investidores e clientes que pode entregar veículos comerciais e postos de combustível de hidrogênio, diante de recentes acusações de fraudes, que culminaram no pedido de demissão do fundador da Nikola, Trevor Milton, em setembro.
Via: Forbes