Siga o Olhar Digital no Google Discover
A CoronaVac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, começará a ser aplicada na Turquia a partir do dia 11 de dezembro, segundo anunciou o ministro da saúde do país, Fahrettin Koca. A mesma vacina está em testes avançados de eficácia no Brasil, em uma parceria entre o laboratório e o Instituto Butantan, em São Paulo.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
De acordo com Koca, serão 50 milhões de doses divididas em dois estágios. No primeiro momento, 20 milhões de vacinas serão aplicadas à população turca, depois, mais 30 milhões chegam até fevereiro de 2021. O ministro disse a jornalistas, porém, que pretende aumentar esses números, haja vista que a Turquia tem cerca de 82 milhões de habitantes e são necessárias duas doses da vacina por pessoa para uma imunização eficaz.

No Brasil, a CoronaVac segue em fases avançadas de testes. Na última semana, o governo anunciou que o estado de São Paulo atingiu o volume mínimo de infecções para conseguir realizar a primeira análise preliminar de eficácia da vacina – os resultados foram prometidos para esta semana, segundo o Comitê Internacional Independente.
Segundo o Butantan, que coordena os estudos com a CoronaVac no Brasil, já foram alcançados 74 casos de Covid-19 entre 10.800 voluntários. A análise deverá revelar quantos dos participantes pertenciam ao grupo placebo e quantos efetivamente receberam a vacina. Se uma maioria estatisticamente relevante dos casos estiver concentrada entre quem não foi vacinado, é um sinal de que a fórmula é eficaz.
O instituto afirmou na semana passada que pretende pedir pelo registro da CoronaVac junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) caso o imunizante atinja pelo menos 50% de eficácia, valor considerado o mínimo para que o medicamento seja aprovado pelas autoridades. A partir daí, uma campanha de vacinação poderá ser iniciada, priorizando idosos e profissionais essenciais, como agentes de saúde.
Fonte: Exame