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O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde. Deseja doar 1 milhão de testes para covid-19 como ajuda humanitária para o Haiti. Estes testes fazem parte do estoque que está em um armazém próximo ao aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, com vencimento previsto para abril. 

Além do país caribenho, hospitais filantrópicos e Santas Casas de Misericórdia receberam ofertas de testes, entretanto, estas associações devem recusar, já que não possuem parte dos insumos necessários para a realização do exame RT-PCR, como os reagentes de extração do RNA. 

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De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, os testes em questão fazem parte do estoque de 7,1 milhões de exames do tipo RT-PCR, que é o mais preciso para detecção da covid-19, que foram comprados por intermédio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), por um valor de R$ 42 por unidade. 

Inicialmente, a validade dos testes era de oito meses, variando entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021. Mas após estudos da fabricante coreana Seegene, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estendeu este prazo por mais quatro meses, tendo abril como data limite para uso dos testes. 

Falta de insumos pode atrapalhar doação para Haiti

Apesar da intenção do governo brasileiro, a Embaixada do Haiti não confirma em que fase estão as conversas com o Ministério da Saúde. De acordo com o Estadão, uma equipe da gestão de Eduardo Pazuello está em Porto Príncipe, capital do Haiti, para negociar a entrega dos testes e avaliar se o país tem condições de recebê-los. 

Porém, a falta de insumos necessários para a realização dos testes, como os reagentes de extração, pode travar as negociações, já que o nem o Brasil consegue comprar estes insumos em grande escala e o Haiti passa por uma grave crise econômica e humanitária. 

Fonte: UOL 

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