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A Casa Branca divulgou um comunicado na terça-feira (16) para alertar sobre “consequências catastróficas” que podem ser causadas pelos dois surtos recentes de Ebola, na República Democrática do Congo e na Guiné. Esta foi a primeira manifestação da gestão de Joe Biden sobre as novas contaminações.
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Segundo Jen Psaki, secretária de imprensa da Casa Branca, Biden já foi informado sobre a situação. “Enquanto o mundo se recupera da pandemia de Covid-19, o Ebola voltou a emergir na África. O mundo não pode se dar ao luxo de virar para o outro lado”, escreve Jen. “Devemos fazer tudo ao nosso alcance para responder de forma rápida, eficaz e com recursos proporcionais para parar esses surtos antes que eles se tornem epidemias em grande escala.”
Até o momento, foram confirmadas ocorrências em Butembo, no norte da República Democrática do Congo, e em N’Zerekore, no sudeste da Guiné. O Congo foi o epicentro do segundo maior surto de Ebola do mundo e N’Zerekore foi a cidade onde surgiram os primeiros casos da epidemia que durou entre 2013 e 2016.

Países vizinhos em alerta
Jen afirmou, ainda, que o assessor de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, informou os embaixadores da Guiné e do Congo que os EUA estão disponíveis para trabalhar em estreita colaboração com suas nações. O mesmo foi comunicados a representantes da Serra Leoa e da Libéria, dois países vizinhos.
Sullivan também enfatizou o compromisso de Biden de fortalecer a segurança da saúde e criar sistemas melhores para prevenir, detectar e responder a essas emergências. “Os surtos exigem uma resposta rápida para evitar consequências catastróficas”, destaca Jen.
Na sexta-feira passada (12), funcionários da Organização Mundial da Saúde (OMS) informaram que estão levando vacinas para Butembo, que fica em uma região de difícil acesso. Além disso, Libéria e Serra Leoa estão em alerta máximo para evitar a disseminação do vírus.
O Ebola se espalha pelo contato direto com sangue ou fluidos corporais de contaminados com a doença. A taxa de letalidade varia de um surto para o outro, mas é de 50% em média, segundo dados da OMS.
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