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O mercado de streaming já vinha crescendo com rapidez, mas a pandemia de Covid-19 – que forçou milhões ao isolamento social – levou as TVs conectadas a patamares surpreendentes. De acordo com um relatório do YouTube, 120 milhões de pessoas consumiram conteúdo da plataforma em seus televisores só em dezembro de 2020.
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Os dados foram apresentados pelo diretor de produtos da empresa, Neal Mohan, em uma reunião com executivos da Interactive Advertising Bureau. Em março do ano passado, a audiência do YouTube nas TVs era de 100 milhões de espectadores. No quarto trimestre de 2020, a empresa cresceu 46% em comparação com o ano anterior, e faturou US$ 6,89 bilhões.
Todo setor de streaming se beneficiou com a pandemia. De acordo com o eMarketer, mais de US$ 8,11 bilhões devem ser gastos com publicidade via TV conectada em 2020 – valor que pode chegar a US$ 18,3 bilhões em 2024. Porém, a maior parte do tempo de streaming das pessoas acontece em plataformas livres de anúncios, como Netflix, Disney+ e Amazon Prime Vídeo. Isso dá ao Google a oportunidade trazer esses anunciantes para o YouTube.

Por enquanto, smartphones ainda representa a maior porcentagem da audiência do YouTube. Mas segundo Mohan, em dezembro, mais de um quarto dos espectadores logados na plataforma assistiam ao conteúdo quase exclusivamente na tela da TV.
O YouTube ainda firmou uma parceria com a Nielsen para medir o inventário de streaming de TV da plataforma. A ideia é mostrar para os anunciantes que eles podem alcançar públicos que não estão alcançando em outros lugares – e comparar o alcance do digital com a TV comum.
Mohan também quer aproveitar a tendência dos vídeos curtos que vem se consolidando. O concorrente do YouTube ao TikTok, o Shorts, se expandirá nos EUA nas “próximas semanas”, disse a empresa. Shorts não está exibindo anúncios em sua versão beta, mas o YouTube disse que está “explorando opções de monetização”.
Via: CNBC