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Um peixe-lua foi encontrado morto na última sexta-feira (19) por surfistas na Praia da Leste-Oeste, em Fortaleza. Da espécie Masturus Lanceolatus, o animal intrigou banhistas no local, já que se trata do maior peixe ósseo do mundo e vive no litoral brasileiro.
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O vertebrado aquático apareceu após a maré baixar e reuniu curiosos pela sua anatomia bem diferente dos demais animais marinhos. Com um corpo circular, que termina como se alguém tivesse cortado sua barbatana caudal, ele é conhecido pelos cientistas como “Mola mola” e pertence à ordem dos Tetraodontiformes, podendo chegar a medir 4 metros de comprimento.
“Essa espécie é comum em águas tropicais e temperadas. Vive em grandes profundidades, mas pode vir à superfície eventualmente”, explica Luís Ernesto Arruda Bezerra, do Labomar (Instituto de Ciências do Mar), da UFC (Universidade Federal do Ceará).

Segundo a pesquisadora Caroline Vieira Feitosa, também da equipe do Labomar, não são comuns aparecimentos desse tipo. Essa é uma espécie de águas profundas, vivendo a aproximadamente 700 metros de profundidade.
“Para aparecer nessa situação, provavelmente ele deveria estar acometido por alguma enfermidade, alguma coisa que a gente não sabe por que não foi a gente que coletou o animal”, explicou a especialista.
Por sua estrutura enorme, o peixe-lua é lento, se tornando uma das maiores e mais saborosas refeições de tubarões. Eles geralmente são encontrados nos oceanos Atlântico, Índico e Pacífico, e também facilmente difundido no Mediterrâneo. Alguns pesquisadores acreditam que o motivo pelo qual o peixe vem à superfície é apenas para se aquecer, depois de prolongados e profundos mergulhos.

Em outros estudos, identifica-se que é comum na rotina da espécie migrações regulares, fazendo com que a espécie se aproxime de praias quando estas são “invadidas” por medusas, salpas e outros organismos do plâncton, que é seu alimento habitual.

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