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O salmão geneticamente modificado vai estrear no prato dos norte-americanos. Esse peixe é o primeiro animal alterado a ser liberado para consumo humano nos Estados Unidos. A primeira safra começou esta semana, depois de atrasos por causa da pandemia da Covid-19.
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O salmão foi projetado pela empresa de biotecnologia AquaBounty Technologies Inc. Quem vai preparar o alimento são restaurantes e outros serviços de entrega de refeições, justamente estabelecimentos que não precisam rotular a comida como geneticamente modificada.
Os peixes foram criados em uma fazenda em Albany, no estado de Indiana. Eles crescem duas vezes mais rápido que o salmão selvagem e chegam ao tamanho de venda no mercado, entre 3,6 e 5,4 quilos em um ano e meio.
A AquaBounty garante que o peixe geneticamente modificado é livre de doenças e antibióticos, além de ter pegada de carbono reduzida e sem risco de poluir ecossistemas marinhos.
Por outro lado, defensores ambientais criticam essa produção, destacando preocupações com o meio ambiente e impactos nas comunidades indígenas que pescam o animal selvagem, em prática sustentável.
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