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Com a pandemia da Covid-19 os eventos precisaram ser cancelados e alguns deles, como jogos de futebol, acontecem sem a presença do público. Fator esse que está levando a busca de receita vinda de outros lugares e alguns clubes de futebol enxergaram a saída nas famosas criptomoedas.
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Os times oferecem pequenas decisões aos seus torcedores que comprem seus tokens, como músicas que tocaram após os gols ou postagens nas redes sociais.
Entre os que adotaram o novo negócio, podemos citar o inglês Manchester City, o italiano Milan, a seleção da Argentina e outros. A seleção da Espanha também afirmou que possui planos de entrar neste modelo de negócio.

Imagem: Cosmin Iftode/Shutterstock
Apesar de ser uma boa estratégia para fomentar as receitas dos clubes europeus que tiveram uma queda de 12% em 2020, muitos torcedores se posicionaram contra a iniciativa, apontando que acompanhar sua equipe do coração está ficando cada vez mais caro.
Outro ponto levantando é a volatilidade dos tokens, que podem sofrer bruscas alterações sem aviso prévio e não necessariamente seguindo o desempenho das equipes em campo.
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O presidente da associação que representa torcedores da Inglaterra e País de Gales, Malcolm Clarke, afirmou à agência de notícias Reuters que os clubes de futebol estão tentando arrancar dinheiro de seus torcedores fazendo pesquisas inconsequentes de engajamento on-line.
Para lançar seus próprios tokens, os clubes se unem a empresas de tecnologia focadas neste mercado digital, como, por exemplo, a Chiliz, que representa diversos grupos europeus e viu seus 21 tokens de capital aberto atingirem um valor de mercado de US$ 260 milhões (mais de R$ 1,3 bilhões) em 13 de junho.
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