Os japoneses sempre foram conhecidos por ser apaixonados por robôs. E com o mundo todo com os olhos voltados para o país durante os jogos olímpicos, eles não perderam a oportunidade de exibir criações sensacionais.

É o caso desse simpático robô-gandula, criado pela Toyota. Logo que apareceu, na primeira partida de rúgbi das Olimpíadas de Tóquio, causou alvoroço nas redes sociais. Além de carregar bolas em alta velocidade, ele é uma miniatura do e-Palette, um ônibus que está sendo usado para transportar atletas na vila olímpica.

O e-palette, “irmão maior” do gandula, é 100% elétrico e autônomo, e pode transportar até 20 passageiros. Ele também já está pronto para mostrar serviço nas paraolimpíadas: tem espaço para 4 cadeiras de rodas.

Toyota e-Palette imagem:Toyota

A expectativa da Toyota é produzir uma frota autônoma para ser implantada em algumas grandes cidades japonesas. O e-Palette pode rodar 150 km entre recargas, e atinge – pelo menos durante a fase de testes – até 32 km/h. O veículo ainda foi preparado especialmente para estes sombrios tempos de pandemia da Covid-19: todo o interior foi revestido com um material anti-viral.

A história desses modernos robôs começou há 93 anos, com o Gakutensoku. Ele foi apresentado ao público pela primeira vez nas comemorações da coroação imperial japonesa em 1928, escrevendo com uma longa pena.

Gakutensoku em 1928, ao lado do criador, Nishimura Makoto, à esquerda Foto: Matsuo Hiroshi

Já impressionante pelo tamanho, o Gakutensoku – que quer dizer “aprendendo com as leis da natureza” – ainda era capaz de realizar várias expressões faciais graças ao rosto de borracha pintada.

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