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Enquanto a imunização contra a Covid-19 avança gradativamente em todo o mundo, um país vacinou toda a população adulta em apenas uma semana. Trata-se do pequeno Butão, localizado entre a China e a Índia, na Cordilheira do Himalaia.
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O país, conhecido por seus templos budistas, possui uma população de pouco mais de 800 mil pessoas. Dentre os adultos, 90% foram completamente vacinados em um período de apenas sete dias, feito inédito durante toda a pandemia, mesmo para uma nação pequena.
País vacinou em uma semana
Outra característica que dificulta a vacinação no Butão é a localização geográfica, já que o país fica entre montanhas em uma região de difícil acesso. Mesmo assim, o governo conseguiu realizar o feito impressionante.
“Temos uma dificuldade por causa do terreno geográfico, mas devido a nosso planejamento adequado, pudemos implementar a vacinação da primeira e segunda doses em uma semana”, explicou Sonam Wangchuk, membro da força-tarefa de vacinação do Butão.
O país vacinou cerca de 530 mil pessoas, praticamente toda a população adulta. A maior parte do público vive em zonas rurais. Para chegar em alguns locais, os agentes de saúde precisaram andar durante horas para alcançar vilarejos.
Para a vacinação, o Butão recebeu 550 mil doses da Índia. A quantidade, entretanto, não foi suficiente e o país encerrou as exportações após sofrer com uma nova onda mortal do vírus. Após isso, o governo precisou recorrer para outras nações para completar o calendário. “Recebemos 500 mil doses da vacina Moderna dos Estados Unidos e mais de 250 mil vacinas AstraZeneca de países europeus”, diz Wangchuk.
A campanha da primeira dose foi feita em meados de abril, durante uma semana. A para segunda foi feita no fim de julho, também durante sete dias. “Se há algo que espero que o mundo possa aprender é que um país como o Butão, com pouquíssimos médicos, pouquíssimas enfermeiras —mas com um rei realmente comprometido e liderança no governo mobilizando a sociedade — vacinar todo o país não é impossível”, disse Will Parks, representante da Unicef no Butão.
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