Siga o Olhar Digital no Google Discover
Nesta quarta-feira (11), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou que o medicamento regdanvimabe recebeu a aprovação para uso emergencial no tratamento da Covid-19.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
O medicamento funciona como um anticorpo monoclonal para o tratamento de casos leves e moderados em pacientes com mais de 18 anos que não necessitam de suplementação de oxigênio. O regdanvimabe age atingindo a proteína Spike, que é responsável pela entrada do SARS-CoV-2 nas células do corpo humano.

“O regdanvimabe deve ser administrado assim que possível após teste viral positivo para Sars-CoV-2 e dentro de 7 dias após o início dos sintomas”, disse a gerência-geral de medicamentos da Anvisa.
De acordo com Gustavo Mendes, gerente da área de medicamentos, o remédio deve ser utilizado como “prevenção” para o agravamento da Covid-19. O uso será destinado a pacientes com fatores de alto risco de evolução do quadro da doença.
São eles: idosos; obesos; indivíduos acima de 55 anos de idade e que tenham doença cardiovascular ou doença pulmonar crônica; diabetes mellitus tipo 1 ou tipo 2; doença renal crônica; doença hepática crônica; imunossuprimidos ou que estejam recebendo tratamento imunossupressor no momento, segundo o jornal O Globo.
Leia também!
- Exercício físico melhora efeito da vacina da Covid
- Equipamento pode capturar o vírus da Covid-19, segundo pesquisadores
- Covid-19: reinfecção é mais provável em pessoas não vacinadas
A Anvisa afirmou que o medicamento só poderá ser administrado em ambientes hospitalares.
O órgão aprovou por unanimidade o novo remédio com base em dados do quadro clínico de 434 pacientes que receberam placebo e outros 446 que foram tratados com o fármaco.
A pesquisa mostrou que o primeiro grupo teve 11% (48 indivíduos) que precisaram de internação, oxigenoterapia ou mortalidade em decorrência da Covid-19. No grupo tratado com o fármaco, apenas 14 pessoas apresentaram piora, cerca de 3%.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!