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A operadora norte-americana T-Mobile pode enfrentar sanções e multas caso não consiga se defender de suas declarações enganosas após a fusão com a concorrente Sprint. É o que sugere uma nova decisão publicada pela Comissão de Serviços Públicos da Califórnia (CPUC).
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Tudo começou com uma petição registrada pela fornecedora de TV por assinatura Dish Networks em abril, que já pedia à Comissão uma revisão na aprovação do negócio entre as teles. A polêmica ganhou ainda mais força após a operadora anunciar o desligamento da rede 3G da finada Sprint no dia 1º de janeiro de 2022.
O grande problema é: a T-Mobile declarou sob juramento que desativaria a rede somente após três anos. Neville Ray, CTO da companhia, declarou em sua defesa que “esqueceu de mencionar” que seria necessário desativar a infraestrutura antiga para expandir a oferta do 5G.
Parece que a CPUC concordou com os apelos da Dish. A Comissão aponta que as declarações falsas da T-Mobile em relação à rede da operadora Sprint tinham um único objetivo: induzir o órgão a aprovar a fusão das empresas.

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Vale destacar que a T-Mobile chegou a vender uma de suas marcas para a Dish Networks, a Boost Mobile. A ideia da Dish era justamente aproveitar a oportunidade para preencher a lacuna deixada pela Sprint, até então considerada a quarta força como operadora móvel nos Estados Unidos.
A base de clientes da Boost, muitos dos quais ainda dependem da antiga rede 3G da Sprint, também ajudaria a Dish a ganhar espaço no mercado.
Por ora, se a T-Mobile não fornecer uma razão adequada por ter violado as regras da Comissão, a empresa pode ser condenada a pagar até US$ 100 mil em multas para cada uma de suas infrações.
A operadora ainda terá a oportunidade de se defender das acusações em uma audiência virtual marcada para o dia 20 de setembro.
Via: The Verge
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