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Nesta sexta-feira (3), um grupo de funcionários da Apple divulgou uma carta aberta pedindo que o CEO da empresa, Tim Cook, tome medidas para melhorar a forma como eles são tratados, além de cumprir a “promessa de inclusão, diversidade e equidade”.
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O grupo denominado como “#AppleToo” também pediu que Cook inicie uma nova investigação sobre todas as denúncias de “racismo, discriminação, abuso, assédio, supressão de atividades combinadas e retaliação” que ocorrem dentro da empresa.

A mensagem surge em um momento crítico para a empresa, que está sendo investiga pelo Conselho Nacional de Relações Trabalhistas dos Estados Unidos por cometer práticas trabalhistas injustas.
Os funcionários criaram um perfil no Twitter para divulgar a carta, que solicita um aumento da privacidade de informações pessoais; maior responsabilidade entre as equipes de liderança e recursos humanos; auditoria de todos os relacionamentos com terceiros; e compensação transparente e justa.
O grupo #AppleToo foi criado em agosto por funcionários e ex-funcionários da Apple que buscavam uma maneira de se organizar para relatar diversas denúncias de assédio e discriminação dentro da empresa.
Em julho, diversos funcionário já haviam pressionado os executivos da Apple a proporcionar condições de trabalho mais flexíveis no momento em que a empresa pretendia voltar ao trabalho presencial após o período mais rígido do isolamento social em decorrência da pandemia de Covid-19.
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O retorno foi adiado na época e, recentemente, a companhia desistiu novamente de levar seus funcionários para os escritórios e pretende manter os colaboradores afastados até janeiro, ampliando o período definido anteriormente.
Segundo a companhia, ela vem acompanhando o aumento de casos de Covid-19 e suas variantes e preferiu aguardar um pouco mais para retomar às atividades presenciais, como medida de segurança.
A regra vale para todos os funcionários de todos os escritórios do mundo da empresa.
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