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No Salão do Automóvel de Munique (Munich Motor Show), a chefe de produtos da Dacia Motors, Andreaa Guinea, conversou com o jornalista Felix Page, da Autocar. E o resultado foi uma rara demonstração de nua e crua franqueza. Quando perguntada sobre os problemas percebidos nos carros da marca, respondeu que tudo se resume a uma coisa: dinheiro.
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Sobre os consumidores típicos da marca, ela afirmou: “Eles podem gostar do design do carro, mas não querem gastar demais”.
A Sandero hatchback, da Marca, que é um subsidiária da Renault, é o carro mais vendido na Europa. Mas recebeu apenas duas estrelas de cinco no teste de segurança Euro NCAP (European New Car Assessment Programme, “programa de avaliação de carros novos”). A principal razão foi a baixa tecnologia, com seu sistema de freada autônoma de emergência sendo considerado primitivo.
“Na Dacia, não estamos em busca de estrelas Euro NCAP – não é nossa filosofia”, afirmou. “Uma classificação de cinco estrelas Euro NCAP significa um monte de equipamentos eletrônicos, radares, câmeras no carro – coisas pelas quais nossos consumidores não pediram e não estão prontos para usar. Carros de cinco estrelas são às vezes tão complicados que as pessoas não entendem como usar o equipamento e a funcionalidade, então estamos confiantes e felizes com o que temos.”
Vil metal
A mesma filosofia usada para modernizações de segurança se aplica a modos de tração. O Jogger será oferecido só em versão a combustão inicialmente e, mais tarde, como híbrido sem opção de carregamento na tomada. Bateria, só usando gasolina.
Por que? “Consumidores não estão prontos para pagar”, afirma a executiva.
“Queremos acompanhar a tecnologia, mas sempre mantemos um segundo olho – um olhão – no preço”, afirma. ”Sempre tentamos manter um equilíbrio no que escolhemos como funções para os carros. Não temos coisas complicadas ou funções inúteis porque não queremos gastar nosso dinheiro desenvolvendo coisas e aumentando o preço do carro.”
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