Siga o Olhar Digital no Google Discover
Uma pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, apontou que além das diversas consequências já conhecidas da infecção por Covid-19, os pacientes em casos graves também podem desenvolver delirium.
Ofertas
Por: R$ 4.460,93
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
O delirium é uma perturbação grave do estado mental, quando o paciente está confuso, agitado e muitas vezes incapaz de pensar com clareza. Diferente do delírio, que é quando uma pessoa acredita fielmente em coisas inexistentes.

A pesquisa acompanhou 150 pacientes que foram internados por conta da Covid-19 e cerca de 73% deles foram diagnosticados com delirium. Acredita-se que o quadro seja comum, pois a doença causada pelo SARS-CoV-2 atinge o sistema respiratório, o que pode levar a redução do oxigênio no cérebro, além do desenvolvimento de coágulos sanguíneos e derrame, o que pode resultar em um comprometimento cognitivo.
“No início da pandemia, não estávamos realizando os protocolos padrão de prevenção do delirium como costumamos fazer. Um grande motivo para isso é no início da pandemia na era pré-vacina, tínhamos equipamento de proteção individual limitado e estávamos tentando limitar a exposição a Covid e transmissão de doenças”, disse um dos responsáveis do estudo.
A pesquisa também apontou que o alto número de pacientes com delirium pode ser causado pelo uso de sedativos comuns na UTI, o quadro de perturbação pode ser causado ou agravado pelos medicamentos.
Leia também!
- Cariocas estão roubando carteiras de vacinação e fugindo sem se imunizar
- Anvisa conclui que morte de adolescente em SP não é relacionada à vacina
- Mortes por Covid-19 superam a Gripe Espanhola nos EUA
Por fim, foi possível comprovar que quase um terço dos pacientes diagnosticados com delirium saíram do hospital com o problema ainda precisando de tratamento e desses, 40% continuaram a precisar de cuidados de enfermagem mesmo após a alta.
Os autores do estudo pedem que os hospitais se atentem ao tratamento contra o delirium e que as famílias dos pacientes também prestem atenção a qualquer sinal do problema. Os pesquisadores ressaltam a importância da vacina contra a Covid-19, pois a doença pode gerar “complicações neurológicas de longo prazo”.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!