Nas transações de mercados clandestinos, os dados de saúde, que incluem uma seleção de informações pessoais e clínicas, valem por volta de 25 vezes mais em comparação com material financeiro, de acordo com um novo levantamento da consultoria PwC.

O estudo contou com a participação de 3,2 mil executivos das áreas de segurança, negócios e tecnologia. Os especialistas estão espalhados por 90 países e com o Brasil incluso

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Sendo assim, os pesquisadores disseram que a alta cotação para conteúdo e dados é relacionada à sua complexidade. Diferentemente de outras informações comercializadas ilegalmente, como CPF, registros de saúde geralmente são por natureza cruzados.

Por exemplo, a ficha de um paciente pode dar acesso não apenas aos exames realizados, como um retrato completo, incluindo filiação, números de documentos, endereço e entre outros dados.

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A mesma análise, a qual avalia o comportamento global sobre o tema, apontou que quase metade (48%) dos executivos brasileiros da área da saúde aumentaram o orçamento da área cibernética em 2021. A decisão é para a subsistência e evolução do próprio negócio.

A justificativa é porque uma pesquisa de 2019 da mesma consultoria mostra que 50% dos executivos do setor no país afirmam que a preocupação com a cibersegurança e também privacidade prejudica as estratégias digitais.

Fonte: O Globo

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