O Google está homenageando o falecido ator, diretor e ativista Christopher Reeve, eterno Clark Kent/Superman dos cinemas, com um Doodle na data em que comemoraria o aniversário de 69 anos. A imagem (veja abaixo) estará visível no dia 25 de setembro, a partir das 6h (horário de Brasília).

Criada por Erich Nagler, diretor de arte do Doodles, a arte dinâmica mostra Reeve em sua cadeira de rodas com o horizonte de uma cidade atrás dele. A palavra oculta “Google “é formada a partir das nuvens no céu e com a presença de uma não tão misteriosa figura voadora atrás dele.

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Doodle do Google homenageia Christopher Reeve no 69º aniversário. Imagem: Google/Divulgação
Doodle do Google homenageia Christopher Reeve no 69º aniversário. Imagem: Google/Divulgação

O ator, que nasceu em 1952 e morreu em 2004 aos 52 anos, estrelou ‘Superman’ em 1978, o primeiro filme em cores do super-herói da DC Comics. Na época, Reeve era um ator de teatro mais conhecido pela novela ‘Love of Life’, e foi o terceiro Clark Kent em live action da história, atrás apenas de Marlon Brando e Gene Hackman.

O papel lhe rendeu um prêmio BAFTA (o Oscar britânico), em 1979, como o “Estreante Mais Promissor como Protagonista” – algo que lançou o ator ao estrelato na indústria cinematográfica. Como Superman, Reeve apareceu ainda em três sequências, além de diversos outros filmes.

Christopher Reeve caracterizado como Superman no filme de 1978
Christopher Reeve segue como intérprete imbatível de Superman nos cinemas. Imagem: Warner Bros./Divulgação

Em 1995, Reeve machucou a medula espinhal ao ser arremessado de um cavalo durante uma competição equestre e ficou paralisado do pescoço para baixo. Após a reabilitação, ele retomou a carreira de ator, estrelando o remake de ‘Janela Indiscreta’, dirigido por Jeff Bleckner em 1998. A produção garantiu ao ator um prêmio SAG (Screen Actors Guild).

O eterno Superman ainda estrelou dois episódios de ‘Smallville’, série sobre o super-herói estrelada por Tom Welling. Na produção, ele interpretou o Dr. Virgil Swann.

Fora das telas, ele também se tornou um ativista e defensor de pesquisas sobre lesões na medula espinhal e de financiamento para melhorar o atendimento e o tratamento de pessoas em situações semelhantes a dele. O trabalho intenso de Reeve pela causa originou a Fundação Christopher e Dana Reeve, que segue ativa mesmo após a morte do artista.

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Fonte: CBR

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