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Cientistas projetaram o mRNA em laboratório para instruir as células humanas a reconhecer e destruir a proteína que é a porta de entrada de diversos tipos de vírus. Neste ano, o ácido ribonucléico mensageiro se tornou um herói no desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19 e pode seguir conquistando marcos importantes na medicina.
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Altamente, a abordagem ofereceu uma possibilidade de provar do poder da tecnologia de mRNA. Principalmente porque o RNA mensageiro pode um dia ajudar o corpo humano a combater doenças como o câncer com a mesma eficácia.
O DNA contém as instruções que direcionam as células no desempenho de todas as funções biológicas. Enquanto o RNA mensageiro carrega as instruções para as células. Então, os cientistas objetivam aproveitar a ação do corpo DNA-para-mRNA-para-célula para a medicina de precisão.
“A relação entre as instruções do DNA; seus mensageiros, o mRNA; e como eles dirigem a atividade celular não é muito clara para a maioria das doenças “, comentou Qi, professora na Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas da Universidade da Virgínia, localiza nos Estados Unidos. Ela procura entender a etapa do DNA para o RNA mensageiro, que informa como o código genético está conectado à expressão da doença.
Sendo assim, descobrir as conexões ajuda a construir um futuro com terapias direcionadas, assim como o mRNA pode instruir uma célula a bloquear a invasão do corpo por um vírus, os mensageiros do DNA poderiam montar uma defesa de linha de frente contra doenças.
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“Cada nova descoberta ajuda a estreitar o foco da busca contínua porque o computador está aprendendo com o histórico dos dados para reconhecer as regras básicas”, disse Qi. De acordo com ela, “decodificar uma quantidade tão grande de detalhes em caminhos específicos para doenças é uma tarefa gigantesca.”
Ademais, outro especialista na área, o professor do departamento de Ciências da Saúde Pública da Escola de Medicina, Miller apontou que os campos da medicina genômica, assim como os medicamentos geneticamente informados estão evoluindo devido à queda do custo do sequenciamento de DNA combinado com o aumento de ferramentas de análise computacional mais escaláveis.
Em cada colaboração, o Qi pesou igualmente o poder de ouvir, aprender e formar entendimentos com o poder dos próprios modelos de inteligência artificial. “Para criar boas ferramentas, você precisa entender seu usuário. Procuro entender os problemas que os biólogos com os quais colaboro estão tentando resolver – especificamente quais dados eles estão usando”, concluiu.
Fonte: Medical Xpress