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A AstraZeneca entrou com um pedido de uso emergencial na Food and Drug Administration (FDA), a agência regulatória dos Estados Unidos, nesta terça-feira (5) para um novo medicamento que pode reduzir as chances de infecção por Covid-19 em pessoas que não respondem às vacinas.
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Para pedir a autorização, a farmacêutica mostrou os resultados dos testes de fase três que mostram que o composto reduziu em 77% o risco de pacientes desenvolverem sintomas da Covid-19.
Novo medicamento da AstraZeneca
Recentemente, a AtraZeneca anunciou que o medicamento, chamado de AZD7442, usa dois tipos diferentes de anticorpos descobertos pelo Vanderbilt University Medical Center no tratamento de pessoas com o Coronavírus.
“Com esses resultados tremendos, o AZD7442 pode ser uma ferramenta importante no nosso arsenal para ajudar as pessoas que possam precisar de mais do que uma vacina para recuperar uma vida normal”, explicou o chefe da pesquisa, Myron Levin, professor da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos.
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“Precisamos de outras abordagens (como o medicamento) para pessoas que não estão bem protegidas pelas vacinas contra a Covid-19”, completou ainda Mene Pangalos, vice-presidente executivo de produtos da AstraZeneca. A declaração deixa claro que o foco da farmacêutica são pacientes com o sistema imunológico fragilizado, como recém-transplantados e imunocomprometidos.
Esse medicamento já havia sido testado antes, mas não apresentou resultados em pessoas que estavam contaminadas. No entanto, ao ser administrado antes da infecção, os números positivos apareceram. A empresa ainda explicou que 75% dos participantes do estudo tinham doenças crônicas, muitas delas que deixam o sistema imunológico com uma resposta menor às vacinas.
Esse é o primeiro coquetel do tipo a apresentar resultados positivos em pacientes que ainda não tiveram Covid-19. Drogas semelhantes foram desenvolvidas pela Regeneron e pela Eli Lilly. No entanto, esses medicamentos não são usados para prevenção da doença.