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Nesta quinta-feira (7), a União Europeia (UE) anunciou que o Facebook e o YouTube excluíram mais postagens de discurso de ódio em 2020 do que durante este ano. O relatório foi incluído na revisão anual das redes sociais feito pela UE.
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De acordo com a pesquisa, as plataformas em questão eliminaram uma média de 62,5% de conteúdo denunciado por 35 grupos anti-discriminação entre março e abril de 2021. No entanto, no mesmo período do ano anterior foram excluídas 71% de publicações denunciadas.

O relatório aponta que foram feitas 4,5 mil denúncias em 2021, principalmente, de discursos de ódio relacionados a orientação sexual e xenofobia.
Enquanto o YouTube e o Facebook diminuíram a exclusão de postagens, o Instagram e o Twitter aumentaram. Já o TikTok, que foi avaliado pela primeira vez em 2021, atingiu a marca de exclusão de 80% de conteúdo reportado.
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Por ora, a participação das plataformas sociais no relatório da União Europeia é voluntária, mas a organização está preparando uma legislação que será válida nos 27 países membros, obrigando que os aplicativos informem os dados necessários e aumentem a transparência sobre suas ações.
Além da obrigação de fornecer dados, as redes sociais devem agir contra os conteúdos de ódio, podendo ser multadas e sofrer sanções, caso contrariem as regras. As novas regulamentações estão sendo debatidas no Parlamento europeu e no Conselho Europeu dos membros da UE.
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