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O LinkedIn anunciou nesta quinta-feira (14) que irá encerrar o uso de sua plataforma na China. Segundo a rede social, que é voltada para o campo profissional, os recursos da ferramenta não estão tendo o sucesso esperado.
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“Embora tenhamos obtido sucesso em ajudar os membros chineses a encontrar empregos e oportunidades econômicas, não encontramos o mesmo nível de sucesso nos aspectos mais sociais de compartilhar e manter-se informado. Também estamos enfrentando um ambiente operacional significativamente mais desafiador e maiores requisitos de conformidade na China. Diante disso, tomamos a decisão de descontinuar a versão localizada atual do LinkedIn, que é a forma como as pessoas na China acessam a plataforma de mídia social global do LinkedIn”, disse a empresa em um blog.
De acordo com o comunicado, a desativação do app acontecerá ainda este ano.

Contudo, a ação não significa que a companhia irá parar de atuar na China. A mudança faz parte de uma nova estratégia da rede social em relação ao país que irá lançar, também neste ano, o InJobs, plataforma semelhante ao LinkdIn exclusiva para os usuários chineses.
“Nossa nova estratégia para a China é colocar nosso foco em ajudar os profissionais baseados na China a encontrar empregos na China e as empresas chinesas a encontrarem candidatos de qualidade. Ainda este ano, lançaremos o InJobs, um novo aplicativo de empregos autônomo para a China. InJobs não incluirá um feed social ou a capacidade de compartilhar postagens ou artigos. Também continuaremos a trabalhar com empresas chinesas para ajudá-las a criar oportunidades econômicas”, explicou em nota.
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A decisão é alinhada ao compromisso da rede social de “criar oportunidades econômicas para todos os membros da força de trabalho global”, oferecendo recursos e serviços de acordo com a demanda e regras de cada país.
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