Uma nova pesquisa revelou as diferenças no mecanismo por trás da resistência do câncer à principal classe de drogas anticâncer que são conhecidas como análogos de nucleosídeos. As moléculas possuem as informações genômicas que podem ser quimicamente modificadas para fazer com que inibam a formação de DNA em células cancerosas, fazendo com que as células morram. 

Por outro lado, a presença da enzima SAMHD1 auxilia na resistência do câncer a esse tratamento. Os pesquisadores da Escola de Biociências da Universidade de Kent e Instituto de Virologia Médica da Goethe-University conseguiram novos avanços no combate das as células imunes ao tratamento de câncer.

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A pesquisa mostrou diferenças nos mecanismos de resistência entre as células de leucemia que não respondem imediatamente ao tratamento e aquelas que desenvolveram resistência ao longo do tempo.

Em células que não respondem imediatamente ao tratamento, a resistência foi encontrada em altos níveis de SAMHD1. Enquanto, por outro lado, a equipe descobriu que as células que desenvolveram resistência incluem a enzima DCK, que está envolvida na ativação de análogos de nucleosídeos e isso pode ajudar a informar outros tratamentos para o câncer no futuro.

“As diferenças entre os mecanismos de resistência são um grande passo para entender por que determinadas terapias não têm sucesso em destruir as células cancerosas e nos ajudarão a desenvolver melhores terapias contra o câncer”, concluiu o professor Martin Michaelis, da Universidade de Kent.

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Fonte: Medical Xpress

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