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O Laboratório de Imunologia do Incor solicitou nesta quinta-feira (21) à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) uma autorização para iniciar os testes clínicos em humanos da vacina em spray contra a Covid-19, conforme informou o Globo.
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Se autorizado, esse será o segundo imunizante brasileiro autorizado pela reguladora de saúde. O primeiro foi Butanvac, primeira vacina contra a Covid-19 com produção integral no Instituto Butantan, em São Paulo.
O documento pede sinal verde para começar as fases 1 e 2 dos testes clínicos, que busca avaliar a imunogenicidade, a segurança, o melhor esquema de vacinação – se com uma ou duas doses – e o escalonamento das doses. A duração do período dessas fases é estimada em até três meses.
O imunologista Jorge Kalil, diretor do Laboratório de Imunologia do Incor e coordenador da pesquisa, explicou que a ideia é testar o imunizante como reforço em pessoas com esquema vacinal completo. O estudo contará com 280 voluntários, divididos em sete grupos e, ainda segundo o especialista, a previsão para começar os testes é no início de 2022.

“As vacinas atuais evitam a doença, mas as pessoas ainda podem transmitir o vírus. Nós queremos que o indivíduo desenvolva uma boa resposta no local que o vírus chega ao organismo ao aumentar bastante as imunoglobulinas IGA, que protege as mucosas, e com isso parar a transmissão e, consequentemente, a pandemia”, explicou o imunologista ao site.
O imunizante do InCor é o primeiro completamente desenvolvido em território nacional – produção desde abril de 2020. Sua aplicação é via nasal, o que tem o potencial de aplacar a infecção na porta de entrada do vírus no organismo.
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Atualmente, todas as vacinas disponíveis contra o coronavírus são em forma de injeção. No entanto, outros países também tentam desenvolver uma opção via spray.
“Agora todos viram que essa é uma boa estratégia, mas nós somos pioneiros em todo o conceito. Do antígeno, do local de imunização, tudo”, afirmou Kalil.
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