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Uma imagem sensacional foi divulgada pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), mostrando a Nebulosa da Chama, parte da constelação de Órion, bem… ”em chamas”.
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A imagem tirada pelo telescópio parece mostrar um inferno incandescente, mas na verdade é apenas um grande volume de poeira cósmica e gás – dois fatores comuns na região e que são objetos essenciais para o nascimento e evolução de estrelas.
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“Como os astrônomos costumam dizer, sempre que um novo telescópio ou instrumento aparece, observe Orion: sempre haverá algo novo e interessante para ser descoberto [lá]”, disse Thomas Stanke, ex-astrônomo do ESO e autor primário de um estudo sobre a região, via comunicado divulgado no site do telescópio.
Apenas para fins de localização, a região que você procura está no lado esquerdo da imagem.
A região de Orion é bastante importante para a astronomia, justamente por ser nela que está localizado o “Complexo de Nuvens Moleculares de Orion”, uma área posicionada em algum lugar entre 1,3 mil e 1,6 mil anos-luz da Terra e que, diz o comunicado, serve como ponto de origem a planetas e estrelas de variados tipos.
Apesar da aparência incandescente, a Nebulosa da Chama é, na verdade, bastante fria. Na verdade, é tão fria que quase toca o chamado “zero absoluto” (-273 ºC). Os efeitos de cor e brilho também têm explicação: a estrela Alnitak (ζ Ori) emite grande quantidade de luz ultravioleta na nebulosa, o que derruba elétrons das nuvens de hidrogênio localizadas dentro dela. Esses elétrons eventualmente se recombinam com o hidrogênio ionizado, resultando no show visual que você vê na imagem acima (que também mostra as nebulosas reflexivas NGC 2071 e NGC 2023, bem como a icônica Nebulosa Cabeça de Cavalo).
“As cores diferentes indicam a velocidade do gás”, disse o ESO no comunicado. “A Nebulosa da Chama e os objetos ao redor dela estão se afastando de nós, com as nuvens vermelhas do fundo se movendo mais rápido que as amarelas à frente”.
O estudo completo foi publicado no Astronomy & Astrophysics.
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