Siga o Olhar Digital no Google Discover
Erradicada em boa parte do mundo, a malária ainda está presente em países menos desenvolvidos na África e na América Latina, incluindo o Brasil, onde a doença predomina na região da Amazônia. No entanto, o aumento de casos de malária em locais populosos do continente africano pode estar causando o surgimento de supermosquitos, capazes de transmitir o vírus para zonas urbanas.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
O nome científico do inseto é Anopheles stephensi e visualmente ele se assemelha muito ao Anopheles gambiae, o mosquito típico da malária africana. No entanto, há uma grande diferença entre os dois: apesar do stephensi não ser tão eficaz na transmissão da doença, ele prospera melhor em ambientes urbanos, o que pode causar um problema em grandes cidades.
O novo supermosquito transmite a Malária principalmente no Dijibuti, onde as infecções pela Malária aumentaram 2.800 vezes de 2012 a 2020. Cerca de 60.000 pessoas de uma população de 800.000 contraíram a doença em 2020. Em 2021 houve uma queda após uma forte campanha do governo para pulverizar áreas com o inseto. No entanto, com um curto espaço de tempo ainda não é possível saber se essa tendência vai ser mantida.
Supermosquito contra a Malária
“Anopheles stephensi é uma grande ameaça para a África porque tem a maior taxa de urbanização de qualquer continente. As vilas e cidades estão crescendo a um ritmo extraordinário, e agora quase não temos programas de controle para combater o mosquito em áreas urbanas”, disse a Dra. Anne Wilson, da Escola de Medicina Tropical de Liverpool, ao The Telegraph.
Leia também!
- Caso de raro de raiva de gato registrado no interior de São Paulo
- Sobreviventes de ataque cardíaco têm menos risco de desenvolver Parkinson, diz estudo
- Você vê mais a sua beleza no espelho do que nas fotos? Saiba o motivo
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford e da Escola de Medicina Tropical de Liverpool calculou que mais de 125 milhões de pessoas em cidades da África podem estar em risco.
“Normalmente, a malária na África subsaariana é uma doença rural e nós a controlamos principalmente usando mosquiteiros tratados com inseticida. Mas não sabemos se os mosquiteiros são eficazes contra essa espécie. Não podemos controlá-la da mesma maneira que sempre fizemos”, acrescenta a Dra. Wilson.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!