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A cidade de São Paulo confirmou neste sábado (19) um novo caso da BA.2, a nova subvariante da Ômicron. Já é o terceiro registrado na capital paulista. Segundo as informações da Secretaria Municipal de Saúde, se trata de um homem de 45 anos.
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O paciente apresentou apenas sintomas leves e já foi vacinado com as três doses do imunizante contra Covid-19. Os primeiros sinais da doença se manifestaram no dia 30 de janeiro e a quarentena de 14 dias foi cumprida “em bom estado de saúde”, diz a secretaria.
Vale destacar que o primeiro caso da BA.2 em São Paulo, também com sintomas leves, foi detectado no dia 7 de fevereiro.
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Por ora, segundo os especialistas, ainda não há mudanças em sintomas ou resposta dos imunizantes contra a subvariante da Ômicron. Contudo, um estudo do Instituto Estatal Serum da Dinamarca indica que BA.2 pode ser “significativamente” mais transmissível do que a variante original. A nova subvariante também parece infectar com mais facilidade indivíduos vacinados e com doses de reforço, indica a pesquisa.
No Reino Unido, os cientistas também reforçaram a maior transmissibilidade da BA.2 se comparada a BA.1. Contudo, ainda não há evidências de que as vacinas sejam menos eficazes. Desde novembro do ano passado, 40 países já registraram casos da nova cepa da Covid-19.
Via: Uol
Subvariante não é mais grave que a cepa original
A BA.2 não causa mais hospitalizações do que a cepa original. Pelo menos é o que indica um estudo recente realizado na África do Sul. A pesquisa, conduzida pelo Centro de Doenças Respiratórias do país, diz ainda que os resultados podem ser inválidos para outras regiões, já que a maior parte da imunidade dos sul-africanos veio por conta de infecções passadas e não pela vacina.
Apesar de indiciar que a subvariante BA.2 não causa uma versão mais grave da doença, a nova cepa realmente pode ser mais transmissível. A África do Sul, inclusive, está sofrendo um crescimento súbito de casos em decorrência da nova variante.
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