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Nada de museus. De acordo com informações do site collectSpace, a agência espacial dos EUA — a NASA — não pretende preservar nenhuma parte da Estação Espacial Internacional (ISS), recentemente divulgando um plano para derrubar a estrutura em um ponto não habitado no Oceano Pacífico, em 2030.
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A afirmação vem mediante outros questionamentos, majoritariamente concentrados no que a agência faria após a missão da ISS chegar ao seu fim. Vale lembrar que, em 31 de dezembro de 2021, o presidente e a vice-presidente dos EUA — Joe Biden e Kamala Harris — aprovaram a extensão da missão da ISS para além de 2030.
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“Não há nem houve nenhuma discussão, dentro do programa da Estação Espacial Internacional, para o retorno de itens exclusivamente para exibição”, disse a NASA, por meio de um comunicado, após o site questionar sobre a intenção de preservar a ISS ou não. “Nenhum volume de carga foi separado até o momento ou em voos cargueiros futuros [para futuro resguardo] e nós nos mantemos focados em maximizar o uso da ISS”.
“Qualquer decisão sobre o retorno de artefatos da estação acontecerá em uma data futura, baseada em quaisquer cargas que tivermos disponíveis já que a prioridade é o retorno científico [delas]”, terminou o comunicado.
Em outras palavras: a NASA quer preservar o uso completo da ISS, de toda a sua carga e, no futuro, muito provavelmente nada “sobrará” para exibição pública (museus, por exemplo).
Em seu site oficial, em janeiro, a NASA publicou o “ISS Transition Report”, que desenha o plano de “descarte seguro” da estação espacial — que tem mais ou menos o tamanho de um campo de futebol americano, comparativamente falando. Parte do documento menciona o uso de diversas naves para “desorbitar” a ISS, arrastando-a para uma posição onde ela passe pelo processo de reentrada atmosférica, efetivamente “caindo” de volta à Terra.
A ideia é que a reentrada queime a maior parte da estação, mas na possibilidade de pedaços sobreviverem e entrarem no espaço aéreo terrestre mais próximo da superfície, eles o fariam em direção ao chamado “Ponto Nemo”, uma região isolada do Oceano Pacífico.
Em uma atualização ao documento, a NASA disse que resgatar e preservar partes da ISS — como seus módulos ou laboratórios de pesquisa — traria “desafios significativos de finanças e logística”, além de “exigir um trabalho substancial por parte dos astronautas, suporte das equipes de controle no solo e uma nave com capacidade de carga similar ao ônibus espacial”, disse o texto, fazendo menção ao programa de naves aposentado em 2011.
Hoje, o único veículo de transporte com capacidade similar é a nave Crew Dragon, da SpaceX.
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