Em uma entrevista coletiva, Maria Van Kerkhove, líder técnica de combate à Covid-19 da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou que a subvariante BA.2 não é mais grave que a versão original da Ômicron, a BA.1.  

Kerkhove disse que ao analisar uma amostras de pacientes de diferentes países é possível notar que não há uma diferença na gravidade entre as suas versões da variante.  

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“Portanto, este é um nível semelhante de gravidade no que se refere ao risco de hospitalização. E isso é muito importante, porque em muitos países, eles tiveram uma quantidade substancial de circulação, tanto de BA.1 quanto de BA.2″, concluiu a líder técnica da OMS.

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Brasil confirma 12 casos da subvariante da Ômicron

O Ministério da Saúde divulgou o boletim atualizado dos casos da subvariante da Ômicron da Covid-19 na última quarta-feira (16). O Brasil confirmou até o momento 12 registros da nova versão da cepa.

Dos 12, sete ocorreram no estado de São Paulo e outros três no Rio de Janeiro. Minas Gerais e Santa Catarina acumulam um caso cada. O último foi no último sábado, na capital paulista. Segundo as informações da Secretaria Municipal de Saúde, se trata de um homem de 45 anos.

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Subvariante BA.2 não é mais grave que Ômicron original, diz OMS. Imagem: StepanPopov/Shutterstock

O paciente apresentou apenas sintomas leves e já foi vacinado com as três doses do imunizante contra Covid-19. Os primeiros sinais da doença se manifestaram no dia 30 de janeiro e a quarentena de 14 dias foi cumprida “em bom estado de saúde”, diz a secretária.

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